Pirate Code

web development, entrepreneurship, and ramdom thoughts

Hi! I am Rafael Apocalypse and I design and build web applications that change people lives. Read more about me

Interaction Design

Connecting from Microsoft Design on Vimeo.

Eu sempre digo que design é muito mais do “look ‘n feel”, a tradução sequer passar perto do que costumamos considerar no Brasil, desenho.

Design é projetar, é pensar/refletir sobre um determinado problema e planejar uma solução. Lembro que quando comecei a me envolver com design não tinha essa consciência e me espantava ver livros de programação usando a palavra design no título. Eu achava que tinha algo errado, afinal de contas, o que programadores estariam desenhando?

Hoje consciente do que realmente design siginifica eu sou um dos que enche o saco de quem acha que design é só desenho. Que você aprende a usar um photoshop (que eu não sei usar direito até hoje) e pode se chamar “designer”.

Nos produtos em que trabalho, sempre gosto de colocar o designer do desenho junto do cara de produto/projeto. A dupla é capaz de entender os problemas de negócio e encontrar as soluções no produto, sejam elas desenhadas em uma interface, em um fluxo de informações, ou simplesmente trabalhando a nomenclatura utilizada.

O documentário “Connecting” mostra um pouco do que é o trabalho de um designer de interação, que vai muito além da interface, e inclusive mostra um pouco do que poderemos ver designers atuando no futuro.

written in UX, design, interaction

Fuck*d

Dizem que devemos aprender com nossos erros, e mais, dizem que se aprende mais errando do que acertando. Não discordo das afirmações, e confesso que aprendi muito mais nos últimos dois anos do que aprendi em toda minha vida profissional.

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Hopes to 2013

this is my first time blogging in English, so, please don’t blame me for typos and grammar errors or other mistakes

So 2013 has come, the world didn’t ended and everybody is still working their asses and writing new years resolutions.

I want to make something different, besides to writing down things that I won’t do in the next twelve months, I decided to write down my 2013 hopes.

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Email Clients on Mac

Eu gerencio cerca de 4 contas de emails, diariamente, uma pessoal, uma da Iceland 2nd Nation (Braço de produção digital da CUBOCC onde trabalho), uma conta de email do Glicemias Online (com aliases para suporte e contato) e uma conta de email aqui do PirateCode (mais usada para assinatura de serviços, infra, etc…).

São centenas de emails que precisam, diariamente, serem filtrados, categorizados, e muitos deles, excluídos ou respondidos. Todas essas contas rodam em servidores do Google, Gmail para a conta pessoal e todas as demais estão em contas do Google Apps.

Logar e trocar cada uma delas, ainda mais quando também uso Google Docs (atualmente Google Drive), sempre foi um pé no saco, e sempre me estressou de alguma maneira.

As soluções

No começo de 2012 decidi comprar uma licensa do Sparrow, um excelente client de email, leve e 100% focado em emails Google. Eu já usava o Sparrow havia alguns meses, testando-o e decidi pagar pela licensa apenas para ajudar os desenvolvedores, já que a conta gratuita, me permitia fazer todas as coisas que a versão paga (a diferença é que a gratuita exibia um pequeno AD na sidebar).

Não demorou muito para que eu me arrependesse da compra, o Google comprou o Sparrow, e a noticia oficial era de que o app não seria mais atualizado, e haviam algumas coisas que eu esperava serem melhoradas, lá se foram meus USD$ 10.

Ainda continuei usando o Sparrow por algum tempo, mas achei que talvez fosse a hora de testar algum outro client, fiz o download do trial do PostBox, um client promissor, que eu já havia testando alguns anos antes, e parecia bem legal, principalmente por oferecer algumas facilidades de integração como Gmail.

Foram 30 dias usando o PostBox, e não me arrependo, mas não achei que valiam outros USD$10, já que ele é praticamente um Mail.app (da Apple, e gratuito) sem tantos esteróides como promete.

Hoje estou usando o Mail.app, mas considerando retornar ao Sparrow. Um dos principais motivos é que o Sparrow é mais uma interface pras contas de email que um client. O Mail.app acaba ocupando espaço demais no HD com os emails, e anexos.

As necessidades

Uma das coisas que mais me irritam nos clients de email, em relação à integração com o Gmail, é que as mensagens nunca são realmente deletadas, quando você deleta em um client, significa arquiva-la, no Gmail. Mas se eu cliquei em deletar, por mais espaço que tenha, pelo amor de Deus, DELETE.

Outro pé no saco são os atalhos e a forma de arquivar as mensagens. O Gmail tem um excelente sistema de labels, e arquivar mensagens em várias labels é algo realmente útil para mim, mas 90% dos clients ainda estão presos às pastas.

Uma esperança

Um tal de Tobias van Schneider tem trabalhado em um projeto de email client com um excelente conceito .Mail parece ser a salvação para quem como eu gosta de trabalhar em um ambiente clean e organizado.

Só resta esperar que o .Mail tenha também uma integração agradável com o Gmail/Google Apps.

written in mac, software

Touching Lifes

De alguma forma, o que você faz, em todas as ‘áreas’ da sua vida, tem algum impacto na vida de outras pessoas.

Esse impacto pode ser algo bom ou ruim, a responsabilidade é sua.

Coincidência ou não, estava lendo hoje um trecho de uma entrevista do Tim Cook (ceo da Apple, pós Steve Jobs) em que ele dizia que uma das melhores coisas em ser CEO da Apple é o fato de ele ter contato com os clientes, que usuários mandam emails para ele contando como os produtos da Apple transformaram suas vidas.

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Back to Blog, With Octopress

Já se passaram alguns anos, acho que uns 4, mais ou menos, desde que deixei de manter um blog. Um dos motivos era a falta de ‘assunto’, queria falar sobre design, tecnologia, cefeina, etc… e sobre todos esses assuntos, alguém já escrevia, e escrevia muito melhor do que eu, optei por apenas consumir.

Outro fator que me levou a virar um consumidor eram as ferramentas disponíveis para ‘blogar’, já tinha usado o blogger, movable type, wordpress e até tentado um sistema próprio com php e mysql. Mas no final das contas, ter que editar todo o texto na minha maquina, depois copiar pro ‘cms’ e ajeitar as coisas por lá, era um saco.

Ainda tinha a manutenção, queria um plugin que fizesse X e tinha que adaptar alguma coisa já existente, encarar código mal escrito, ficar vigiando o servidor por conta de invasões, atualizar o wordpress, fechar uma nova falha de segurança, etc… cansei disso tudo.

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Quem Disse Que Seria Fácil?

Ninguém nunca me disse que empreender era fácil, mas também ninguém me disse que era tão difícil assim.

Quando eu era pequeno meu sonho era continuar a agência de publicidade do meu pai. Passava horas desenhando como seria o prédio da agência, em que andar ficaria a sala do Velho Apocalypse, em qual ficaria a minha, em que meus irmãos trabalhariam, também na agência, etc.

Maior um pouco, lá pelos meus 12 anos, juntei um monte de trocados, peguei um outro tanto no móvel da sala de casa e torrei tudo em peças para bicicletas. Todos os meus vizinhos tinham bicicletas e invariavelmente um deles precisava de alguma manutenção. Peguei um bloco de folhas quadriculadas que meu pai tinha em casa e desenhei, à mão mesmo (naquela época ninguém tinha um computador em casa), meus primeiros cartões de visita, BikeStar era o nome da ‘empresa’.

Mais tempo passou e eu tentei montar um jornal de anúncios para a Feira de Artesanato de Belo Horizonte, ou a Feira Hippie, como a chamamos… Chegava na feira às 3h da madrugada de sábado pra domingo e andava atrás de possíveis anunciantes, colhendo informações para saber quem toparia assinar e quanto pagariam por isso. Dessa vez eu já tinha um micro em casa, e já tinha passado várias horas na frente do CorelDraw, criando marca e uma boneca do jornal.

Os dias que passei investigando essa possibilidade de negócio me mostraram que seria difícil conseguir fazer o negócio vingar, e depois de algumas semanas que seria inviável financeiramente, para mim, colocar o negócio em prática. Foi minha primeira ‘quebra’.

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